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(Foto: Ascom/Willian Barbosa)
O Atlas de Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras – divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Fundação João Pinheiro – é de tamanha profundidade que consegue mensurar as localidades, dentro das cidades, onde o grau de desenvolvimento humano é maior ou menor. O IDHM é obtido pela média geométrica dos três subíndices das dimensões que compõem o índice: longevidade, educação e renda. São utilizados dados do IBGE e demais estudos. As faixas vão de muito baixo a muito alto, dependendo das pontuações entre 0 e 1.
Lucas do Rio Verde está entre os índices muito alto na segunda colocação no Estado, com índice de 0.768, na faixa de alto desenvolvimento. O IDHM Renda atinge 0.766; Longevidade 0.833 e Educação 0.710. O Pnud tem como base as avaliações a partir de 2010. A cada ano o índice longevidade é maior por oferecer qualidade de vida à população com amplos espaços públicos e programas voltados para a inserção nas atividades esportivas e culturais no município, o que tem sido um norteador da qualidade de vida.
Na região do Médio Norte de Mato Grosso em seguida a colocação de Lucas do Rio verde, Nova Mutum aparece na sequência com índice de 0.758. Já os municípios de Sinop em quinto lugar no ranking estadual registrando 0.754, Sorriso aparece na nona colocação com índice 0.744, mas todos estão na faixa de alto desenvolvimento. Também nessa faixa figuram os municípios de Primavera do Leste, na sexta colocação, com índice de 0.752. Na sétima colocação surge Campo Verde, com índice 0.750.
O prefeito em exercício de Lucas do Rio Verde Miguel Vaz observa que “os índices relacionados a Lucas do Rio Verde são o reflexo dos investimentos feitos nas gestões atual e nas anteriores, o que aumenta a responsabilidade social do poder público”. Diz Miguel Ribeiro e acrescenta que “todos os esforços feitos até agora para a que a cidade tenha serviços bem prestados e espaços disponíveis para o lazer a atividade física e para as manifestações culturais resultam em melhor qualidade de vida e, logo em longevidade, por isso temos índices excelentes de IDH e principalmente no quesito longevidade”. Conclui Miguel.