22/04/2026 21:02:32
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(Foto: Ascom/Willian Barbosa)
Em todo o país, entre os dias 15 e 17 de março, acontece uma paralisação no setor da educação que traz o tema “Não à perda de direitos dos trabalhadores em educação”.
Em Lucas do Rio Verde nem todas as escolas vão aderir ao movimento, apenas os profissionais das escolas municipais Menino Deus, Eça de Queirós, Bernardo Guimarães, Anjo da Guarda, Irmãs Carmelitas de Vedruna, Menino Jesus e algumas das estaduais vão paralisar na terça-feira (15).
Entre as reivindicações da pauta estão: o cumprimento imediato da lei do piso nacional, aplicação correta dos recursos da educação, melhorias na infraestrutura das escolas e condições de trabalho e garantia da profissionalização de funcionários com inclusão na carreira.
No município a realidade é bem diferente, com uma administração preocupada com a educação, os investimentos na área são bem acima do mínimo preconizado pela lei que é 25% do orçamento.
Somente no último ano, a educação contou com um investimento de mais de R$ 56 milhões, quase 27% do orçamento do município.
Com o objetivo de valorizar os professores, o piso salarial é bem maior que o nacional de R$ 2.135,64. Em Lucas o piso do magistério 40 horas/semana é de R$ 2.615,00. Para o professor com graduação 30 horas/semana, o piso no município é de R$ 2.925,17. E para o professor com graduação 40 horas/semana, o valor é de R$ 3.900,23.
De acordo com o governo federal, para 2018 o piso nacional tem que atingir R$ 2.743,65. Com o reajuste de 12% definido pela prefeitura para este ano, o município alcançará a meta estipulada ainda em 2016.
Os profissionais da educação também recebem diversas formações gratuitas que visam aperfeiçoar o conhecimento profissional e pessoal. Com equipes qualificadas, as escolas oferecem um ensino modelo reconhecido nacionalmente com vários prêmios.
No último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), referente a 2013, nos anos iniciais, Lucas do Rio Verde alcançou a meta projetada nacionalmente para 2021, obtendo a nota 6.5. Nos anos finais, o município conquistou a nota 5.2. A média nacional das escolas municipais nos anos iniciais foi 4.9 e nos anos finais 3.8.
As escolas são atrativas e possuem uma infraestrutura de qualidade que permite uma educação com eficiência. As salas de aula são amplas e todas serão climatizadas ainda este ano. Os refeitórios ofertam conforto e uma alimentação saborosa e balanceada. As escolas possuem biblioteca, horta, quadra poliesportiva e piscina.
O município conta com 16 unidades de ensino, sendo 13 no perímetro urbano e três na área rural, que atendem mais de 9 mil alunos. São investidos R$ 6 mil reais/ano por aluno da rede municipal.