25/04/2026 03:49:21
https://lucasdorioverde.mt.gov.br/site/noticias/3722/
(Foto: Ascom/Henrique Schmidt)
Nesta sexta-feira (27), o Ministério Público, reuniu-se com representantes dos órgãos Procon, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Defensoria Pública, e em coletiva com a imprensa, chamou toda a população para participar da audiência pública que acontecerá na próxima quinta-feira (13), para tratar das reclamações com relação ao serviço que a operadora de telefonia móvel, Vivo S/A, vem disponibilizando no município.
“Essa audiência tem como principal objetivo coletar informações e reclamações acerca da qualidade da prestação de serviço da Vivo S/A, aqui em Lucas do Rio Verde e região”, explicou, a promotora de justiça Fernanda Pawelec.
É importante que todos os consumidores que estão se sentindo lesados, pela não entrega dos serviços contratados estejam presentes à audiência, que terá a presença de membros da CPI da telefonia móvel da Assembleia Legislativa do Mato Grosso.
“Com todas as reclamações em mãos, poderemos, então, dar início aos procedimentos e medidas que deverão ser tomadas caso as soluções não aconteçam, que pode ser desde sanções até indenizações”, arrematou o presidente da OAB – Lucas, Abel Sguarezi.
Segundo Izabel Ganzer, coordenadora do Procon-LRV, o encontro será para documentar todas as queixas e procurar ajudar, num menor espaço de tempo, o consumidor desses serviços de telefonia móvel.
“Para termos força para que consigamos lutar por todos os direitos desses consumidores prejudicados, temos que documentar todas as reclamações. Para isso, chamamos a população para participar deste encontro”, alerta Izabel.
Além da audiência, um profissional realizará um vasto estudo sobre o sistema de telefonia, para mapear os pontos mais críticos e as formas como são apresentados esses problemas, uma vez que, a partir de dados do próprio Procon, apenas em 2014, a referida operadora recebeu cerca de 120 reclamações.
“É importante salientar que todos podem reivindicar seus direitos nesta audiência, seja pessoa física ou jurídica. Todos podem e devem, efetivar sua ação, afinal, estamos tratando de um serviço essencial nos dias de hoje”, finalizou o defensor público, Diogo Horita.