22/04/2026 22:19:11
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(Foto: Ascom/Willian Barbosa)
A sociedade de Lucas de Rio Verde, junto com os poderes Executivo e Legislativo, esteve reunida com representantes da concessionária Rota do Oeste, para debater a duplicação e as travessias urbanas da BR 163 no município.
A audiência pública, além de lideranças do município, contou com a presença do vice-prefeito Miguel Vaz, o gerente de Cidade e secretário de Saúde, Ramiro Azambuja, o diretor de Operações da Rota do Oeste, Fábio Abritta, e vereadores.
Durante o debate, o município apresentou a necessidade de manter quatro travessias na rodovia, ligando todos os bairros às demais regiões da cidade. A proposta inicial apresentada pela Rota do Oeste seria apenas uma travessia, onde atualmente está o viaduto da Avenida Mato Grosso.
O vice-prefeito ressaltou que se o crescimento de Lucas se manter em 10% ao ano, dentro de 10 anos o município contará com 150 mil habitantes, dessa forma, é necessário ampliar a mobilidade da cidade, interligando cada vez mais os bairros de cada lado da rodovia.
Atualmente, são registradas aproximadamente 18.500 travessias de um lado ao outro da BR por dia. Vaz enfatizou que com o crescimento do município, a cada ano este número será bem maior, e somente com quatro passagens será possível atender o fluxo de veículos.
O gerente de Cidade, Ramiro Azambuja, evidenciou que o município tem mantido um diálogo estreito com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para que as intervenções na travessia urbana da rodovia não prejudiquem a acessibilidade da população.
“Protocolamos ainda em setembro de 2015 um ofício na ANTT solicitando as trincheiras das avenidas Tocantins, Goiás e Nações. O projeto já teve aprovação técnica e está em avaliação orçamentária. Estamos dedicados a encontrar a melhor solução possível para que a duplicação da BR 163 cause o menor impacto possível na vida dos luverdenses”, salientou Ramiro.
Lucas do Rio Verde é o único município do trecho que ainda não assinou o documento que autoriza a empresa a começar as obras no perímetro urbano. A intenção é aguardar um posicionamento da ANTT sobre as travessias, pois após o início da obra fica mais difícil realizar alguma alteração.