23/04/2026 13:03:41
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(Foto: Ascom/Marcello Paulino)
A secretária municipal de Saúde, Fernanda Dotto e representantes da área financeira e administrativa do Hospital São Lucas conhecerão, amanhã (31), o modelo de gestão adotado pelo Hospital São Mateus, de Cuiabá.
A visita faz parte de uma estratégia definida durante reunião realizada na manhã de hoje (30), com o prefeito Otaviano Pivetta, a secretária municipal de Planejamento e Gestão, Solimara Moura e outras representantes da área de saúde.
Além da capital mato-grossense, está sendo planejada uma visita ao Hospital de Câncer de Barretos, no interior do Estado de São Paulo. A visita tem como objetivo conhecer os projetos desenvolvidos pela entidade na área de captação de recursos.
“A gente tem que ser humilde e procurar aprender com quem sabe. O São Mateus vai poder nos ensinar muita coisa sobre gestão de custos e o Hospital de Barretos, é referência nacional, não só em atendimento, mas em estratégias para captar recursos. Temos que nos inspirar e aprender com estes cases de sucesso”, ressalta Otaviano.
Um material publicitário sobre o projeto de ampliação do São Lucas deve ser elaborado nos próximos dias. A intenção é que empresários, políticos e lideranças da região possam apresentar o projeto e ajudar a buscar recursos em outras esferas do poder público e iniciativa privada.
Sobre a proposta de tornar o hospital referência em atendimento na região, o prefeito explicou que as reuniões em Cuiabá e Brasília, com o secretário de Estado de Saúde, Marco Bertúlio e com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, foram produtivas.
“Em julho, o ministro virá a Cuiabá para a inauguração do Hospital São Benedito. A nossa intenção é assinar o convênio com o ministério na mesma data. Em relação ao Estado, a proposta ainda está sendo discutida e a previsão é ter uma resposta em até 60 dias”.
Com a parceria dos governos, estadual e federal, o São Lucas receberá recursos e passará a atender também os pacientes dos municípios de Nova Mutum, Tapurah, Santa Rita do Trivelato, Itanhangá, Ipiranga do Norte e Nova Ubiratã.
Em relação ao Estado, o valor do contrato de gestão é de aproximadamente R$ 800 mil por mês e com o governo federal, é o pagamento de 50% do custeio de todos os procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“A gente está trabalhando, buscando recursos, cobrando do Estado e do governo federal que assumam as suas responsabilidades. Queremos garantir atendimento gratuito e de qualidade, mas também precisamos garantir recursos para sustentar o hospital”, finaliza Otaviano.