hamid.soltaniO prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, está em Brasília onde cumpre agenda nesta terça e quarta-feira.
Acompanhado do vice-prefeito, Miguel Vaz, da gerente de Projetos e Convênios, Solimara Ligia Moura, e do presidente da Câmara, vereador Airton Callai (PSD), ele está reunido neste momento com o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Osvaldo Garcia, para tratar sobre o projeto de universalização do esgoto.
Atualmente 28% da cidade de Lucas do Rio Verde possui rede coletora de esgoto, no restante ainda há fossas sépticas, uma realidade que o prefeito pretende mudar nos próximos quatro anos. “Investir na universalização da rede de esgoto é investir diretamente na saúde dos luverdenses. Queremos eliminar todos os problemas de saúde que ainda são causados pelo uso dessas fossas. Por isso estamos em busca de recursos para que esse sonho se torne realidade o quanto antes possível”, explicou.
O projeto está dividido em três etapas, sendo que a primeira (topografia e sondagens) orçada em pouco mais de R$ 4 milhões e com prazo de conclusão de 10 meses já está em fase de execução. Essa fase das obras faz parte do Plano Municipal de Saúde Básica e está sendo financiada com recursos do PAC 2 a fundo perdido. A segunda fase que inclui elaboração dos projetos de engenharia deve custar R$ 48 milhões e tem prazo de conclusão de 30 meses. Já a terceira etapa, que contempla a execução das obras, custará pouco mais de R$ 52 milhões (R$ 52.280.058,75) e também deve ser executada em 30 meses.