24/04/2026 18:53:54
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(Foto: Ascom/Francieli Cela)
A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, através da Secretaria de Meio Ambiente, reuniu na manhã de hoje (07), no auditório do Paço Municipal, os responsáveis pelas empresas que utilizam o Aterro Sanitário Municipal, como as que coletam entulho, serviço de contêineres e prestadores de serviço de limpeza urbana.
O encontro foi realizado para determinar qual será a destinação dos resíduos que são depositados no local após o encerramento das atividades do aterro daqui 60 dias.
De acordo com a secretária de Meio Ambiente e de Agricultura, Luciane Copetti, a desativação total do Aterro Sanitário Municipal é um compromisso que a administração pública tem com Secretaria Estadual de Meio Ambiente.
“Precisamos seguir à risca aquilo que combinamos com o órgão estadual, ou seja, nós assinamos um termo de compromisso e nós vamos aplicar, a população vai ter que nos ajudar. Nós já temos uma boa parte da área do aterro em recuperação, com grama plantada, e agora falta desativar totalmente essa área”, enfatizou a secretária.
Durante a reunião, a secretária Luciane, juntamente com a equipe da Secretaria de Meio Ambiente, explicou aos representantes das empresas que com o fechamento do aterro, eles deverão buscar as maneiras corretas para dar uma destinação final aos resíduos, pois não é responsabilidade do município fazer esta destinação.
“Os materiais inertes, como restos de construção, vão precisar de uma destinação final adequada, e essa destinação pode ser o reaproveitamento. Com os restos de construção, por exemplo, eu posso reaproveitar em obras, a madeira posso utilizar em caldeiras, o corte de grama e poda de árvores posso transformar em adubação”, destacou Luciane.
Outro ponto explanado foram as leis e normativas que mostram de quem são as responsabilidades de destinação segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Plano Municipal de Saneamento Básico.
A secretária também esclareceu as atividades desenvolvidas no Centro de Transbordo e na Usina de Triagem do Ecoponto e que o local não receberá materiais como lâmpadas fluorescentes, óleo lubrificante usado, óleo de cozinha usado, filtros de óleo e embalagens contaminadas com óleo, entulhos de construção civil, resíduos de jardinagem e limpeza urbana, resíduos de serviço de saúde, resíduos de vidraria (industrias e revendedores), resíduos de isopor e baterias de veículos (carros, caminhões, máquinas agrícolas).
O vice-prefeito Miguel Vaz ressaltou que de imediato é necessário encontrar a solução para a destinação dos resíduos de poda de árvore e entulho de construção. Para isso, será realizada uma nova reunião na semana que vem que contará também com a presença de todos que fazem parte do setor de limpeza urbana e edificação, desde os que vendem materiais de construção até os responsáveis pela execução da obra.
“Nós queremos montar uma comissão com representantes de todas as áreas das empresas que utilizam o aterro para encontrar a melhor solução de destinação correta e viável para estes resíduos”, salientou Vaz.